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Nota do Sindicato dos Médicos do Rio de Janeiro sobre a situação atual de nossa entidade⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀

Nota do Sindicato dos Médicos do Rio de Janeiro sobre a situação atual de nossa entidade

O Sindicato dos Médicos do Rio de Janeiro considera relevante divulgar a seus associados e demais interessados as informações a seguir:

  1. A Diretoria do Sindicato dos Médicos do Rio de Janeiro (SinMed-RJ) é formada por 29 (vinte e nove) médicos e médicas. A atual foi eleita em março de 2017 para um mandato de apenas 03 (três) anos, tendo em vista 01 (hum) ano desperdiçado na luta contra as ações do então presidente do sindicato, Jorge Darze, em manobras protelatórias para se perpetuar no poder, o que levou ao adiamento das eleições, por imposição judicial.
  2. O presidente eleito, Jorge Luiz do Amaral (Bigu), não pôde ser empossado no cargo, em consequência de impedimento determinado por decisão judicial em Segunda Instância (proc. TRT – 0100362-65.2017.5.01.0000 – 20/03/2017), condicionada ao julgamento do mérito do processo (proc. 0100347-39.2017.5.01.0019 – 15/03/2017). O processo encontra-se atualmente na 74° Vara do Trabalho, onde já tramitavam outros dez processos considerados conexos pela justiça.
  3. Todos os demais 28 diretores tomaram posse regular, passando o vice-presidente eleito, José Leôncio Feitosa, a responder pela presidência, enquanto se aguardava a tramitação do processo acima mencionado. A partir desse momento – e após um período da longa gestão de 18 anos, que representou o isolamento e estagnação da entidade -, o sindicato retomou seu funcionamento democrático. Nesse período, até o início de 2018, o presidente eleito participou regularmente das atividades do Sindicato, inclusive das reuniões de Diretoria, onde sempre exerceu seu direito a voz.
  4. O vice-presidente e presidente em exercício, Leôncio Feitosa, após transcorrido quase um ano em exercício da presidência, veio a assumir as funções de Diretor do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho, da UFRJ. Considerando a impossibilidade do desempenho de ambas funções, Leôncio Feitosa, baseado no Art. 12° do Estatuto do SinMed-RJ, que versa sobre remanejamento de diretores, solicitou à Diretoria o “remanejamento” para a Secretaria de Assuntos Jurídicos, passando, então, um ocupante desse cargo, Dr. Franklin Rubinstein, a ocupar a vice-presidência. Esta mudança, prevista no estatuto, foi aprovada em reunião de diretoria.
  5. Desde o início desta gestão iniciada em março de 2017, tanto o Dr. Leôncio quanto o Dr. Franklin, estando no exercício da presidência, fizeram a abertura de todos os eventos oficiais de que participaram mencionando que estavam ali na condição de exercício temporário da presidência, enquanto esperavam que a justiça autorizasse o Dr. Bigu, presidente eleito, a tomar posse.
  6. O processo referente à posse do presidente eleito encontra-se em fase final de tramitação, aguardando decisão do Juízo da 74° Vara do Trabalho, e espera-se que tenha solução rápida, permitindo a posse do Dr. Bigu como presidente legal e efetivo.
  7. O impasse jurídico relativo à posse do presidente eleito, que vem se arrastando desde a eleição e posse da atual diretoria em 2017, produziu desgastes e tensões, e uma lamentável divisão entre os membros da diretoria. Desde abril de 2018, um grupo de diretores liderados por Bigu não mais exerce funções importantes e decisivas em nossa entidade, visto que se ausentam sistematicamente das reuniões e dos espaços de decisão, causando um prejuízo enorme à administração. Cabe destacar ainda o lastimável desgaste político decorrente de manifestações incorretas e inconsistentes, veiculadas em diversos meios de divulgação, especialmente grupos de discussão de redes sociais, que atribuem aos membros da diretoria atual, e não à justiça, o impedimento da posse do colega Bigu.
  8. O SinMed-RJ viveu uma situação de abandono nos últimos anos que antecederam a atual gestão, testemunhada por todos que voltaram a frequentar a entidade com maior assiduidade, seja para participar de atividades de debates sobre temas gerais, seja pelos médicos que buscam os serviços prestados pelo sindicato, ou aqueles que lutaram na vitoriosa greve da Atenção Básica do Município do Rio de Janeiro. O prédio estava em condições lastimáveis, não só pela aparência, mas pelas condições de segurança, principalmente em suas instalações elétricas e hidráulicas. E ainda, a desorganização dos documentos contábeis – dispersos por vários setores; a identificação de gastos sem devida documentação comprobatória; contratos irregulares ou não atualizados; aluguéis sem reajuste; necessidade urgente de reorganização do setor jurídico, além de outros fatos, têm merecido da diretoria um trabalho hercúleo no sentido de garantir os compromissos assumidos por ocasião da campanha vitoriosa dos “Médicos Unidos”. A diretoria atual é formada, em sua maioria, por médicos que mantêm sua agenda de trabalho normal, e se desdobram para dedicar o maior tempo possível ao nosso sindicato. O Sindicato dos Médicos está ativo e presente nas lutas da categoria.
  9. Reiteramos nessa nota o que defendemos desde sempre: nosso compromisso com todos os médicos e médicas, e os valorosos apoiadores que permanecem na luta pela construção de uma entidade democrática, plural, transparente e com unidade. Nosso compromisso é com a defesa do SUS, com a soberania do país e com a restauração do estado democrático de direito.

                                                                     Rio de Janeiro, 08/08/2018

                                                     Diretoria do Sindicato dos Médicos do Rio de Janeiro

 


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