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O fim da CLT. A visão de Laerte Vaz de Melo

O Fim da CLT
Estamos no Século XIX, em que as lutas dos trabalhadores no Brasil começavam contra as jornadas de trabalho de duração excessiva.
Atingindo o Século XX, no ano de 1943 aprova-se a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).
Na verdade, desde a recém-contituída Liga das Nações em 1919, tínhamos a redução da duração de 8 hs diárias e 48 hs semanais, e o banimento do trabalho noturno para mulheres e em ambiente insalubres.
A incompatilidade do capitalismo x trabalho para sua suprema acumulação, ao longo da nossa história, procurava com frequência a desconstrução da CLT.
Getúlio dando um tiro no coração e 1964 foram episódios marcados da tentativa da desumanização do trabalho.
Resultados da luta de classes.
Daqui a algumas horas a CLT deixa de existir, fazendo valer uma crueldade inominável e perversa.
Encarcerando os trabalhadores em "regras" escravocratas .
Tanto o meio urbano como o rural passam à condição da miserabilidade, em jornadas "flexíveis" nos interstícios das jornadas integrais repetitivas.
Fim.
Um dilema assombra: aderir ao trabalho flexíbilizado ou ao trabalho repetitivo.
A desigualdade atingirá níveis incompatíveis com a dignidade humana.
A história repete -se como uma tragédia do Século XXI.
Laerte Vaz de Mello é médico, cirurgião vascular, presidente do CREMERJ no período de 1987-1993.

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