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[Artigo] O impacto da redução da cobertura do Programa Bolsa Família e da Estratégia da Saúde da Família no aumento da morbimortalidade das crianças no Brasil

Abstract
Since 2015, a major economic crisis in Brazil has led to increasing poverty and the implementation of long-term fiscal austerity measures that will substantially reduce expenditure on social welfare programmes as a percentage of the country’s GDP over the next 20 years. The Bolsa Família Programme (BFP)—one of the largest conditional cash transfer programmes in the world—and the nationwide primary healthcare strategy (Estratégia Saúde da Família [ESF]) are affected by fiscal austerity, despite being among the policy interventions with the strongest estimated impact on child mortality in the country. We investigated how reduced coverage of the BFP and ESF—compared to an alternative scenario where the level of social protection under these programmes is maintained—may affect the under-five mortality rate (U5MR) and socioeconomic inequalities in child health in the country until 2030, the end date of the Sustainable Development Goals.

Dissertação de mestrado de Renato Penha de Oliveira Santos, médico de família comunidade, professor de medicina de família e comunidade da UNIGRANRIO e preceptor da residência multiprofissional da ENSP/FIOCRUZ.

FOLHA DE S. PAULO – 14/12/2017 – Retrocesso na saúde mental? 

FOLHA DE S. PAULO – 14/12/2017 – Retrocesso na saúde mental? 

O fim da CLT. A visão de Laerte Vaz de Melo

O Fim da CLT
Estamos no Século XIX, em que as lutas dos trabalhadores no Brasil começavam contra as jornadas de trabalho de duração excessiva.
Atingindo o Século XX, no ano de 1943 aprova-se a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).
Na verdade, desde a recém-contituída Liga das Nações em 1919, tínhamos a redução da duração de 8 hs diárias e 48 hs semanais, e o banimento do trabalho noturno para mulheres e em ambiente insalubres.
A incompatilidade do capitalismo x trabalho para sua suprema acumulação, ao longo da nossa história, procurava com frequência a desconstrução da CLT.
Getúlio dando um tiro no coração e 1964 foram episódios marcados da tentativa da desumanização do trabalho.
Resultados da luta de classes.
Daqui a algumas horas a CLT deixa de existir, fazendo valer uma crueldade inominável e perversa.
Encarcerando os trabalhadores em "regras" escravocratas .
Tanto o meio urbano como o rural passam à condição da miserabilidade, em jornadas "flexíveis" nos interstícios das jornadas integrais repetitivas.
Fim.
Um dilema assombra: aderir ao trabalho flexíbilizado ou ao trabalho repetitivo.
A desigualdade atingirá níveis incompatíveis com a dignidade humana.
A história repete -se como uma tragédia do Século XXI.
Laerte Vaz de Mello é médico, cirurgião vascular, presidente do CREMERJ no período de 1987-1993.

90 anos – Sindicato dos Médicos

Saúde pública em risco

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O uso de aditivos como menta e cravo é uma estratégia deliberada para iniciação de jovens à dependência do tabaco

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