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SINDICATO PRECISA DO APOIO DOS MÉDICOS, AFIRMA FRANKLIN RUBINSTEIN, PRESIDENTE EM EXERCÍCIO⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀

SINDICATO PRECISA DO APOIO DOS MÉDICOS, AFIRMA FRANKLIN RUBINSTEIN, PRESIDENTE EM EXERCÍCIO
Psicanalista, ex-conselheiro do Cremerj, médico aposentado da ANVISA, Franklin Rubinstein, na condição de vice-presidente, responde interinamente pela presidência do Sindicato dos Médicos do Rio de Janeiro. Ele conversou com a equipe da Comunicação Social do Sindicato, sobre o delicado momento político do país e da vida sindical.
Comunicação SinMed - Quais são as principais frentes de luta do Sindicato hoje?
Franklin - O SinMed/RJ tem hoje na sua pauta principal a defesa intransigente dos direitos dos médicos submetidos a vínculos empregatícios precários, sejam eles públicos ou privados. O que já era inaceitável piorou com a aprovação da reforma trabalhista. Já no final do ano passado ocorreram assembléias em nosso auditório para discutir e encaminhar propostas que viabilizassem o pagamento de salários justos, sem atrasos, e com condições de trabalho dignas que incluíssem respeito ético aos colegas submetidos muitas vezes a situações desumanas no exercício profissional. Agora, no segundo semestre do ano, o quadro se repete e, com certeza, estaremos juntos, na luta de novo.
A pauta sindical não pode, ao nosso ver, caminhar separadamente da pauta política. Impõe-se, também, a luta permanente em defesa do estado democrático de direito, sem o qual não se pode assegurar de forma perene as conquistas de cada dia.

Comunicação – Como está a situação financeira do SinMed, especialmente após a reforma trabalhista do governo Temer?
Franklin – O sindicalismo como um todo sofreu um forte golpe com a extinção abrupta do imposto sindical. Este fato impõe uma rápida e difícil adaptação. Estamos nos preparando para que, em assembleia previamente convocada, possamos discutir com os nossos associados as formas de financiamento indispensáveis para a continuidade do trabalho do sindicato na defesa dos interesses profissionais da categoria.
Comunicação – Você está no exercício da Presidência do SinMed, como vice-presidente. Qual é a situação atual da diretoria do Sindicato?
A nossa Chapa 2 - Médicos Unidos - venceu as eleições do ano passado por expressivo número de votos, após um período em que o SinMed foi dirigido por uma junta governativa, conforme decisão judicial. Nosso sindicato tinha ficado 18 anos em uma situação de isolamento político e estagnação administrativa, e a vitória da Chapa 2 representou uma grande esperança para todos os médicos.
Durante o processo de eleições, uma nova medida judicial determinou o impedimento da posse do presidente eleito, Jorge Luiz do Amaral, o Bigu. Esta situação, ainda pendente de decisão da justiça, impôs a todos os demais diretores um empenho maior, que tem resultado na possibilidade de executarmos a contento as propostas apresentadas pela chapa durante a campanha eleitoral.

[Republicado – Portal Outras Palavras]Lucia Souto, presidente do Cebes, relembra os anos de chumbo e analisa desafios atuais⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀

Lucia Souto, presidente do Cebes, relembra os anos de chumbo e analisa desafios atuais

Por Antonio Martins, do Outras Palavras, especialmente para o Outra Saúde

31 de julho de 2018

1976: Passados 12 anos do golpe civil-militar que instaurou a ditadura no Brasil, aquilo que ficou conhecido como ‘milagre econômico’ já tinha chegado ao fim e o país era governado pelo general Ernesto Geisel, que queria a tal abertura ‘lenta, gradual e segura’. Fato é que mais de 20 pessoas foram mortas ou desapareceram apenas naquele ano (e esse foi o mesmo presidente que, no início do seu mandato, autorizou pessoalmente a execução de opositores).

Naquela época, dois assassinatos marcantes foram vendidos como suicídios, mas as evidências eram fortes demais para que a ideia pudesse ser comprada: o do metalúrgico Manuel Fiel filho, em janeiro, e o do jornalista Vladimir Herzog, em outubro do ano anterior. Também foi o ano em que João Goulart morreu na Argentina.


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ABRASCÃO

ABRASCÃO

ABRASCÃO

Hoje teve início o 12º Congresso da Associação Brasileira de Saúde Coletiva, a Abrasco. Criada em 1979, a entidade sempre teve como objetivo combinar conhecimento científico com ação, de modo que evidências sobre a saúde da população brasileira, por exemplo, orientaram a mobilização política pelo SUS. Já se passaram quase 30 anos desde a criação do Sistema que se de um lado nunca saiu do papel completamente, por outro nunca esteve tão ameaçado.

São mais de sete mil participantes. E, durante vários momentos, 23 mesas de debate ao mesmo tempo. A ex-presidente do Chile, Michele Bachelet, abriu o Congresso com uma conferência sobre a ligação dos sistemas universais e públicos de saúde com direitos sociais e democracia.

Todas as transmissões ao vivo poderão ser acompanhadas na TV Abrasco, o canal da Abrasco no Youtube.

Acesse https://www.youtube.com/user/tvabrasco

Solidariedade a Debora Diniz, professora e pesquisadora no campo dos Direitos Humanos

Solidariedade a Debora Diniz, professora e pesquisadora no campo dos Direitos Humanos

Solidariedade a Debora Diniz, professora e pesquisadora no campo dos Direitos Humanos

A professora Debora Diniz, da UnB, antropóloga conhecida internacionalmente, pesquisadora do campo dos direitos humanos e feminismo, vem recebendo ameaças de morte por parte de pessoas e grupos contrários à descriminalização do aborto, que não se identificam publicamente. Debora é uma das líderes brasileiras na pesquisa de bioética e direitos reprodutivos. Foi obrigada a mudar-se de Brasília, e está sob proteção de programas de direitos humanos. O caso é emblemático da escalada de violência e intolerância fascistas que vêm tragicamente marcando nosso país.
Entre as produções acadêmicas e cinematográficas de Debora Diniz, destaca-se o documentário A Casa dos Mortos, sobre o manicômio judiciário da Bahia, e a coordenação do até agora único Censo Nacional sobre Internados em Hospitais de Custódia e Tratamento Psiquiátrico, de 2011.
Manifestamos nossa integral solidariedade a Debora Diniz, e nosso repúdio a todas as formas de fascismo.
(SinMedRJ-Notícias)

Conselho Municipal de Saúde repudia governo Crivella por clientelismo na marcação de consultas e exames⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀

Conselho Municipal de Saúde repudia governo Crivella por clientelismo na marcação de consultas e exames⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀

Nota de Repúdio às declarações do Prefeito Marcelo Crivella⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀

Nota de Repúdio às declarações do Prefeito Marcelo Crivella⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀

NOTA DE REPÚDIO
O Sindicato dos Médicos do Rio de Janeiro, e as entidades que subscrevem esta nota, vêm a público manifestar sua indignação e o mais veemente protesto contra a postura do Prefeito do Rio de Janeiro, Marcello Crivella, quando reuniu, no evento denominado “Café da Comunhão”, no Palácio da Cidade, cerca de 250 pastores, pelo menos um deles (Rubens Teixeira) pré-candidato a deputado federal (PRB).
Ainda na campanha eleitoral Marcello Crivella prometeu, se eleito, não confundir política e religião - promessa repetida na solenidade de posse. Não precisava! Afinal, trata-se de princípio republicano, sistema sob o qual vivemos, e condiciona nossos processos políticos. Mas o sr. Marcello Crivella fez questão de prometer, como se estivesse propondo um novo princípio republicano. É, também, da lavra retórica do atual prefeito na campanha, a promessa de cuidar das pessoas – sugerindo que iria além de suas obrigações constitucionais, que iria prover o bem-estar de cada um e de todos, de forma pessoal.
Não foram necessários os tradicionais noventa dias para testar esta última promessa. O senhor prefeito esteve, sistematicamente, ausente quer nas tragédias, quer nas festas populares mais caras aos cariocas, chegando ao máximo de debochar do carnaval, retirando-lhe apoio financeiro e negando sua presença, numa verdadeira demonstração de fé no fim do carnaval.
De tanto constituir-se uma marca da atual gestão da prefeitura, as ausências e omissões já não produziam reações, num indesejável, mas natural conformismo. Eis que, no entanto, no último dia 05, o Sr. Prefeito, utilizando espaço e recursos públicos, reuniu líderes de sua religião e prometeu resolver problemas financeiros, acelerar soluções atropelando regras e normas, prover cirurgias no SUS em até cinco dias a partir da solicitação, tudo exclusivamente para a sua grei, furando a fila daqueles que esperam, às vezes até à morte, por uma vaga no sistema público de saúde.
Lembramos que as vagas para realização das operações cirúrgicas, e a distribuição das consultas de maior complexidade, no sistema de saúde, seguindo um dos mais importantes fundamentos do SUS, é operado por um sistema (SISREG) impessoal, seguindo critérios técnicos baseados na natureza do problema, e no risco a que está submetido o paciente.
Ao adotar sistema exclusivo para seus fiéis (o já alcunhado sistema Márcia), o sr. Prefeito ofende a cidadania, por estabelecer, na política pública, cidadãos de primeira e segunda categorias; os bem-aventurados (apontados pelos pastores - estes serão atendidos em suas demandas de saúde), e os ímpios, que devem expiar seus pecados padecendo uma longa espera numa fila para obter o que lhes é de direito; os escolhidos, definidos pelo credo que professam – detentores de um lugar no paraíso, e os pecadores para os quais restam a misericórdia.
Por vermos, com as atitudes do sr. Prefeito, um acelerado retrocesso nos valores republicanos, assim como nos fundamentos e organização do SUS, conclamamos todos os que se preocupam com a defesa dos direitos e da dignidade da pessoa humana, a unirem-se, utilizando-se de todos os legítimos recursos para a responsabilização do senhor prefeito e, com isto, iniciarmos uma campanha contra a apropriação do SUS pelas agremiações particulares.


- SINMED-RJ, ASFOC-SN, Sindicato dos Enfermeiros do Rio de Janeiro, CEBES.

SinMed na luta por direitos humanos e contra a violência

SinMed/RJ repudia ações violentas nas comunidades no Rio de Janeiro

PCCS Já. Assine a petição

http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2180355

Vote e compartilhe a Moção de Apoio ao PCCS DA SAÚDE ESTADUAL, propositura da Comissão de Legislação Participativa da Câmara dos Deputados. Vamos demonstrar a vontade popular de valorização do Serviço e Servidor Público da Saúde Estadual.

A Federação Brasileira dd Psicanálise diz “não” à atos insanos de Trump

O HORROR SE REPETE, AGORA PELAS MÃOS DO PRESIDENTE AMERICANO

A luta dos servidores do município do Rio de Janeiro é de todos nós. Sinmed-RJ presente!

A luta dos servidores do município: verdades e mentiras.

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