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A CNRM cancelou o concurso de Residência Médica do HUPE! Estão fazendo diligências por conta da situação do Estado mas o único hospital penalizado foi o Hospital Pedro Ernesto,isso pode ser revertido! Assinem e compartilhem com todos! Clique aqui para acessar o link do Abaixo-assinado.

NOTA DE PESAR. MOVIMENTO MÉDICO PERDE WALTER MENDES

Nota de pesar
Movimento médico perde Walter Mendes, ex-diretor do Sindicato dos Médicos
O médico e pesquisador da Fiocruz Walter Vieira Mendes Júnior faleceu ontem, sábado, dia 30/12/17, em decorrência de um câncer. Walter Mendes, pesquisador da Escola Nacional de Saúde Pública, foi diretor geral do Hospital da Posse e Hospital Geral de Nova Iguaçu e autor de dezenas de trabalhos acadêmicos sobre gestão e planejamento em saúde, especialmente sobre os temas de qualidade em saúde e segurança do paciente. Nos anos 80, como uma das mais importantes lideranças do movimento médico no Rio de Janeiro, foi presidente da AMERERJ e diretor do Sindicato dos Médicos do Rio de Janeiro. A diretoria do SinMed-RJ expressa a seus familiares, amigos e companheiros de militância seu profundo pesar pela perda de Walter Mendes, e presta homenagem por sua vida de lutas pela saúde e sua contribuição ao movimento médico. Walter Mendes, presente !
O sepultamento será realizado no Cemitério São João Batista, às 13 h de hoje.

Mensagem de Natal SINMED-RJ para seus associados⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀

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Carta dos médicos da APS à sociedade.⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀

Carta dos médicos da APS à sociedade.⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀

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Mensagem do Comando de Greve às Medicas e aos Médicos Residentes de Medicina de Família e Comunidade da SMS-RJ, UFRJ, ENSP e UERJ.

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Assembleia Geral Extraordinária dos Médicos da Atenção Básica – 20/12/2017⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀

Assembleia Geral Extraordinária dos Médicos da Atenção Básica – 20/12/2017⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀

O SINDICATO DOS MÉDICOS DO RIO DE JANEIRO, entidade sindical representante da categoria médica, convoca para Assembleia Geral Extraordinária da Categoria e dos médicos que trabalham na rede municipal para Viva Rio, SPDM, Gnosis, IABAS e Fiotec e que estão em estado de Assembleia permanente devido a greve, a ser realizada no dia 20/12/2017, quarta-feira, na Av. Churchill, 97 – 11º andar – Centro, Rio de Janeiro, às 14:00 em primeira convocação e às 15:00 em segunda convocação. José Leoncio de Andrade Feitosa - Presidente SinMed/RJ

ENTREVISTA SOBRE OS 90 ANOS DO SINDICATO DOS MÉDICOS – JORNAL DO CREMERJ

ENTREVISTA SOBRE OS 90 ANOS DO SINDICATO DOS MÉDICOS – JORNAL DO CREMERJ

Repasse da Assembleia de médicas e médicos da APS – 14/12/2017⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀

Repasse da Assembleia de médicas e médicos da APS – 14/12/2017⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀

ASSINE AQUI O MANIFESTO

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MINISTÉRIO DA SAÚDE DE TEMER SÓ CREDENCIOU 16 CAPS NESTE ANO DE 2017, MAS QUER REPASSAR 240 MILHÕES PARA HOSPITAIS PSIQUIÁTRICOS


Sem nenhum debate com trabalhadores do SUS e com a sociedade, o ministro da saúde de Temer, Ricardo Barros, anunciou ontem um pacote de medidas que desfigura completamente a Política Nacional de Saúde Mental, e contraria as determinações da lei 10.216/2001. O pacote prevê aumento do financiamento de hospitais psiquiátricos (impacto estimado de 240 milhões); ampliação das comunidades terapêuticas, que já alcançam 7.000 vagas no país (impacto estimado de 270 milhões); flexibilização dos critérios de porte de hospitais e tempo de permanência, na contramão de um longo processo regulatório construído em pactuações sucessivas desde os anos 90; limitação dos credenciamentos de Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e residências terapêuticas, entre diversas outras ações de desconstrução da política.
Na prática, Ricardo Barros já vem desmantelando a rede de serviços comunitários de saúde mental, que estão sucateados, com falta de medicamentos, alimentação, profissionais e manutenção predial. A responsabilidade, obviamente, é também dos gestores municipais e estaduais, já que o SUS é tripartite.
A reforma psiquiátrica foi congelada pelo atual governo, e o principal exemplo é: desde 2002, o número médio de CAPS credenciados anualmente no país oscila entre 120 e 140 novos serviços, para atender às necessidades de ampliação da cobertura assistencial. Mas em 2017, o Ministério da Saúde credenciou apenas 16 novos CAPS, perto de um décimo da média anual de crescimento destes serviços, que são essenciais para garantir o atendimento da população. Se o objetivo é fazer o ajuste fiscal e retirar recursos das políticas sociais, por que repassar agora tantos milhões de reais para o modelo hospitalocêntrico e as comunidades terapêuticas? Por que fazer isto sem debate, submetendo os gestores municipais e estaduais ao constrangimento de uma posição subalterna e em total desacordo com os trabalhadores, usuários e familiares da saúde mental? Por que tanta pressa em desmantelar um processo de mudança reconhecido pela Organização Mundial de Saúde como exemplo de esforço bem sucedido, embora ainda em construção ? Por que tanta pressa, Ministro Ricardo Barros, em esquecer a cartilha do ajuste neoliberal para repassar a hospitais e comunidades terapêuticas recursos que são negados aos CAPS, residências terapêuticas, consultórios na rua, centros de acolhimento, núcleos de apoio à saúde da família, iniciativas de geração de renda e economia solidária, enfim, todo um amplo e diversificado conjunto de alternativas terapêuticas que realizam o desafio de tratar em liberdade e assegurar o lugar social para a experiência humana da loucura ? Quais as razões da pressa do Ministro e do Governo Temer, que já atacaram a Política Nacional de Atenção Básica, outra construção consolidada do SUS, tenazmente implantada desde meados dos anos 90?
CONASS e CONASEMS têm papel decisivo amanhã - Amanhã, a partir das 9:00 h da manhã, um órgão colegiado formado por gestores estaduais (reunidos no CONASS) e municipais (reunidos no CONASEMS) do SUS, a Comissão Intergestores Tripartite – CIT, que tem a responsabilidade, dada pela legislação fundante do sistema universal de saúde brasileiro, de aprovar propostas para financiamento e gestão do sistema, receberá do Ministério a incumbência de analisar o pacote hospitalocêntrico e autoritário. Juntando-nos a diversas entidades e movimentos sociais, e em nome do Sindicato dos Médicos do Rio de Janeiro (que completou este mês 90 anos de luta pela dignidade do trabalho médico e pela saúde pública), reivindicamos dos gestores integrantes do SUS (que não são gestores de Temer) , que RETIREM DA PAUTA A PROPOSTA INACEITÁVEL DO MINISTÉRIO DA SAÚDE, assegurando o direito a um amplo debate no âmbito do SUS e da sociedade sobre os reais desafios e obstáculos da política nacional de saúde mental.

SINDICATO DOS MÉDICOS DI RIO DE JANEIRO. SinMed-RJ

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