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MINISTÉRIO DA SAÚDE DE TEMER SÓ CREDENCIOU 16 CAPS NESTE ANO DE 2017, MAS QUER REPASSAR 240 MILHÕES PARA HOSPITAIS PSIQUIÁTRICOS


Sem nenhum debate com trabalhadores do SUS e com a sociedade, o ministro da saúde de Temer, Ricardo Barros, anunciou ontem um pacote de medidas que desfigura completamente a Política Nacional de Saúde Mental, e contraria as determinações da lei 10.216/2001. O pacote prevê aumento do financiamento de hospitais psiquiátricos (impacto estimado de 240 milhões); ampliação das comunidades terapêuticas, que já alcançam 7.000 vagas no país (impacto estimado de 270 milhões); flexibilização dos critérios de porte de hospitais e tempo de permanência, na contramão de um longo processo regulatório construído em pactuações sucessivas desde os anos 90; limitação dos credenciamentos de Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e residências terapêuticas, entre diversas outras ações de desconstrução da política.
Na prática, Ricardo Barros já vem desmantelando a rede de serviços comunitários de saúde mental, que estão sucateados, com falta de medicamentos, alimentação, profissionais e manutenção predial. A responsabilidade, obviamente, é também dos gestores municipais e estaduais, já que o SUS é tripartite.
A reforma psiquiátrica foi congelada pelo atual governo, e o principal exemplo é: desde 2002, o número médio de CAPS credenciados anualmente no país oscila entre 120 e 140 novos serviços, para atender às necessidades de ampliação da cobertura assistencial. Mas em 2017, o Ministério da Saúde credenciou apenas 16 novos CAPS, perto de um décimo da média anual de crescimento destes serviços, que são essenciais para garantir o atendimento da população. Se o objetivo é fazer o ajuste fiscal e retirar recursos das políticas sociais, por que repassar agora tantos milhões de reais para o modelo hospitalocêntrico e as comunidades terapêuticas? Por que fazer isto sem debate, submetendo os gestores municipais e estaduais ao constrangimento de uma posição subalterna e em total desacordo com os trabalhadores, usuários e familiares da saúde mental? Por que tanta pressa em desmantelar um processo de mudança reconhecido pela Organização Mundial de Saúde como exemplo de esforço bem sucedido, embora ainda em construção ? Por que tanta pressa, Ministro Ricardo Barros, em esquecer a cartilha do ajuste neoliberal para repassar a hospitais e comunidades terapêuticas recursos que são negados aos CAPS, residências terapêuticas, consultórios na rua, centros de acolhimento, núcleos de apoio à saúde da família, iniciativas de geração de renda e economia solidária, enfim, todo um amplo e diversificado conjunto de alternativas terapêuticas que realizam o desafio de tratar em liberdade e assegurar o lugar social para a experiência humana da loucura ? Quais as razões da pressa do Ministro e do Governo Temer, que já atacaram a Política Nacional de Atenção Básica, outra construção consolidada do SUS, tenazmente implantada desde meados dos anos 90?
CONASS e CONASEMS têm papel decisivo amanhã - Amanhã, a partir das 9:00 h da manhã, um órgão colegiado formado por gestores estaduais (reunidos no CONASS) e municipais (reunidos no CONASEMS) do SUS, a Comissão Intergestores Tripartite – CIT, que tem a responsabilidade, dada pela legislação fundante do sistema universal de saúde brasileiro, de aprovar propostas para financiamento e gestão do sistema, receberá do Ministério a incumbência de analisar o pacote hospitalocêntrico e autoritário. Juntando-nos a diversas entidades e movimentos sociais, e em nome do Sindicato dos Médicos do Rio de Janeiro (que completou este mês 90 anos de luta pela dignidade do trabalho médico e pela saúde pública), reivindicamos dos gestores integrantes do SUS (que não são gestores de Temer) , que RETIREM DA PAUTA A PROPOSTA INACEITÁVEL DO MINISTÉRIO DA SAÚDE, assegurando o direito a um amplo debate no âmbito do SUS e da sociedade sobre os reais desafios e obstáculos da política nacional de saúde mental.

SINDICATO DOS MÉDICOS DI RIO DE JANEIRO. SinMed-RJ

Assembleia dos Médicos – Hospital Ronaldo Gazolla – 13/12/2017⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀

Assembleia dos Médicos – Hospital Ronaldo Gazolla – 13/12/2017⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀

Realizada no dia de hoje, 13 de dezembro, a Assembleia dos médicos do Hospital Municipal Ronaldo Gazolla, que devido a falta de pagamento de salários e falta de condições de trabalho aprovaram a continuidade da greve. Foi aprovado um indicativo que seja feito escala com 50% dos médicos escalados se as reinvindicações não forem atendidas até dia 18. Nova assembleia dia 18 às 7:30 no HMRG.

Hospital Municipal Ronaldo Gazolla declararam greve presencial com início em 10/12/17.

Hospital Municipal Ronaldo Gazolla declararam greve presencial com início em 10/12/17.

Os médicos do Hospital Municipal Ronaldo Gazolla declararam greve presencial com início em 10/12/17. A greve é para reivindicar o pagamento das remunerações atrasadas, reabastecimento de medicamentos e insumos, segurança na unidade. Desde o mês de novembro estão suspendos, por falta de material, as cirurgias e as internações de saúde mental e clinica médica. Hoje foram suspensas as consultas ambulatoriais.

Saúde Mental se reúne em Bauru e comemora 30 anos de luta antimanicomial

Saúde Mental se reúne em Bauru e comemora 30 anos de luta antimanicomial
Sob o impacto de medidas de retrocesso ao processo de reforma psiquiátrica tomadas pelo Ministério da Saúde, cerca de 2.000 trabalhadores, usuários e familiares do campo da saúde mental reúnem-se dias 8 e 9 de dezembro, em Bauru. Há 30 anos, em dezembro de 1987, foi lançada a Carta de Bauru, com a adoção do lema "Por Uma Sociedade Sem Manicômios", instituindo-se então o dia 18 de Maio como Dia Nacional da Luta Antimanicomial. Há muito o que comemorar, mas o Congresso 30 anos de Bauru discutirá principalmente as estratégias de resistência e enfrentamento às medidas contrárias à Reforma Psiquiátrica que vêm sendo tomadas pelo atual Governo, como a redução drástica da habilitação de novos CAPS, e a ampliação de Comunidades Terapêuticas.

Assembleia dos Médicos da Atenção Básica – 14/12/2017⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀

Assembleia dos Médicos da Atenção Básica – 14/12/2017⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀

Assembleia dos Médicos Psiquiatras das OS’s – 14/12/2017⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀

Assembleia dos Médicos Psiquiatras das OS’s – 14/12/2017⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀

Assembleia dos Médicos do Hospital Municipal Ronaldo Gazzolla – 13/12/2017

Assembleia dos Médicos do Hospital Municipal Ronaldo Gazzolla – 13/12/2017

GREVE DOS MÉDICOS RESIDENTES É MANTIDA – 06/12/2017⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀

GREVE DOS MÉDICOS RESIDENTES É MANTIDA – 06/12/2017⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀

SINDICATO DOS MÉDICOS DO RIO DE JANEIRO REPUDIA INVASÃO DA UFMG

A operação da Polícia Federal que conduziu, coercitivamente, os atuais reitores e os ex-reitores da UFMG é uma evidência do estado de exceção que vivemos no país.

Trata-se de uma ofensiva contra as conquistas progressistas obtidas nos últimos anos.
Essa ação da PF teve como alvo o Memorial da Anistia, na UFMG, que busca resgatar a verdade durante a Ditadura Militar e restabelecer no Brasil o direito à memória.

No enterro do ex-reitor da UFSC, Luiz Carlos Cancellier, havia uma enorme faixa onde se fazia menção à Esperança Equilibrista “uma dor assim pungente, não há de ser inutilmente”.

Como os autores da música, João Bosco e Aldir Blanc, dizemos “essa canção é um hino à liberdade e à luta pela retomada do processo democrático”.

Como Daniel Souza, filho do Betinho, “usar o nome do hino dos exilados e da Anistia é uma provocação cruel”.

Não admitimos a violência perpetrada pelo Estado, acobertada pelo manto do combate à corrupção.

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